Mais um fim de semana solarengo na terra da crise... Começou bem o Sábado, com um sono largo até ao meio dia. Bem, pelo menos a mãe fez esse sono, porque eu tinha trabalho para acabar para o dia seguinte, para a festa de final de ano do RA. Como a mãe andava com umas dores de cabeça estranhas, deixei-a descansar e aproveitei o sossego para trabalhar em paz. Sem miúdo em casa e com a mulher a dormir, a casa até se torna bastante pacífica e relaxante!
Aproximando-se a hora de almoço, e como o almoço com os sogros já estava combinado, acordei a mãe e lá nos preparamos para sair. Passámos na minha mãe, onde o rapaz tinha ficado a dormir, por causa da cantoria em que eu, a mãe e a madrinha do RA participámos na noite de Sexta, e lá fomos para casa dos avós, que aguardavam ansiosos por mais uns momentos com o seu neto favorito. E a seguir ao repasto, o tradicional aproveitamento da tarde de sol junto da costa portuguesa, com um gelado, um café, um chá frio ou, no nosso caso, umas cervejas e um pratinho de moelas... Que delícia!
À noite aguardava-nos mais uma noite bem passada, à volta de uma cartada de King, jogo que já deixava saudades. À volta da mesa do Mário, a sua Patrícia, o padrinho, o Organics e eu esgrimíamos argumentos naipais até à resolução final. Ganhou o Organics, fiquei em segundo. Os outros, vergonha para eles!
Domingo, dia de festa! Dia de trabalho, também... MUITO TRABALHO! Coordenar dezenas de crianças num espectáculo corrido, constante e coerente é uma obra para que muitos não estão habilitados, e que exige esforço mental e físico consideráveis. Mas o resultado final é espantoso, e quando as coisas são bem pensadas, treinadas e executadas, nasce arte! E foi o que aconteceu! Deixo-vos o cenário que se construiu para uma história da Branca de Neve, num pós-conto infantil, que tentou narrar um dia-a-dia da Branca, com o seu príncipe e os anões. Os miúdos divertiram-se, entretiveram os seus familiares, e foi mais um sucesso das nossas produções. A todos agradeço esforços, e para o ano teremos mais. O RA portou-se bem, dentro do possível para um "início de carreira", não chorando e terminando o seu acto com um ar de sua graça! Parabéns a ele e a todos, porque foi adorável!
À noite, tempo de festa oficial com a minha madrinha, à beira-mar e a ver o clima mudar em minutos de ensolarado para enublado. As alterações climáticas são uma realidade quotidiana, e dão sem dúvida graça a este mundo dinâmico. Sem elas, as coisas seriam bem mais estáticas e menos saborosas... Uma bela carne grelhada, dois camarões com um palmo e uns filetinhos de pescada! Mesmo à farta, na terra da crise. Olhar para a desgraça, cuspir-lhe na cara, sorrir e seguir no sentido contrário. Enquanto há vida, há esperança; enquanto há forças, há vida! Por isso, bola p'rá frente, que o mundo ainda não acabou! Deus me livre de desistir, e a todos os que me rodeiam também.
Saúde para todos, que isto há-de passar. Só temos de ter fé, criar esperança, fazer caridade e o Bem acontecerá!
Aproximando-se a hora de almoço, e como o almoço com os sogros já estava combinado, acordei a mãe e lá nos preparamos para sair. Passámos na minha mãe, onde o rapaz tinha ficado a dormir, por causa da cantoria em que eu, a mãe e a madrinha do RA participámos na noite de Sexta, e lá fomos para casa dos avós, que aguardavam ansiosos por mais uns momentos com o seu neto favorito. E a seguir ao repasto, o tradicional aproveitamento da tarde de sol junto da costa portuguesa, com um gelado, um café, um chá frio ou, no nosso caso, umas cervejas e um pratinho de moelas... Que delícia!
À noite aguardava-nos mais uma noite bem passada, à volta de uma cartada de King, jogo que já deixava saudades. À volta da mesa do Mário, a sua Patrícia, o padrinho, o Organics e eu esgrimíamos argumentos naipais até à resolução final. Ganhou o Organics, fiquei em segundo. Os outros, vergonha para eles!
Domingo, dia de festa! Dia de trabalho, também... MUITO TRABALHO! Coordenar dezenas de crianças num espectáculo corrido, constante e coerente é uma obra para que muitos não estão habilitados, e que exige esforço mental e físico consideráveis. Mas o resultado final é espantoso, e quando as coisas são bem pensadas, treinadas e executadas, nasce arte! E foi o que aconteceu! Deixo-vos o cenário que se construiu para uma história da Branca de Neve, num pós-conto infantil, que tentou narrar um dia-a-dia da Branca, com o seu príncipe e os anões. Os miúdos divertiram-se, entretiveram os seus familiares, e foi mais um sucesso das nossas produções. A todos agradeço esforços, e para o ano teremos mais. O RA portou-se bem, dentro do possível para um "início de carreira", não chorando e terminando o seu acto com um ar de sua graça! Parabéns a ele e a todos, porque foi adorável!
À noite, tempo de festa oficial com a minha madrinha, à beira-mar e a ver o clima mudar em minutos de ensolarado para enublado. As alterações climáticas são uma realidade quotidiana, e dão sem dúvida graça a este mundo dinâmico. Sem elas, as coisas seriam bem mais estáticas e menos saborosas... Uma bela carne grelhada, dois camarões com um palmo e uns filetinhos de pescada! Mesmo à farta, na terra da crise. Olhar para a desgraça, cuspir-lhe na cara, sorrir e seguir no sentido contrário. Enquanto há vida, há esperança; enquanto há forças, há vida! Por isso, bola p'rá frente, que o mundo ainda não acabou! Deus me livre de desistir, e a todos os que me rodeiam também.
Saúde para todos, que isto há-de passar. Só temos de ter fé, criar esperança, fazer caridade e o Bem acontecerá!
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